sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Curvas na Vogue!

Fico muito contente em saber que o tempo das modelos magricelas e anorécticas está a passar, li hoje isto na Notícias Magazine que saiu no domingo passado.
Nesta notícia falava, daVogue italiana de Junho que deram destaque a mulheres com anca, rabo, mamas, cheias de curvas mas sensuais e com elegância e foi um verdadeiro sucesso.
 E tem mais, a miss Itália 2011 vão considerar jovens que usam um 38 e 40, que lêem pelo menos três livros por ano e jornais todos os dias, vão dar valor à simplicidade e cultura de cada candidata.
Pois bem, eu  realmente não sabia destes acontecimentos e  fiquei  muito surpreendida e contente, principalmente pelo fato de ser como elas, uso um 40, que vai ser considerada uma das medidas ideais. Concordo e apoio esta iniciativa em que se dá valor ao lado cultural e aos estudos de cada uma, queremos uma miss que represente uma mulher real com os seus defeitos físicos mas ao mesmo inteligente.


Agora estou é a pensar em mandar-me para Itália lá pelo menos posso concorrer a miss, ser modelo fotográfico e ser capa de revista.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Mundo Jane Austen - o outro lado

Jane Austen nos seus livro descrevia uma época onde havia muito romantismo, príncipes encantados e falava sobretudo da classes sociais superiores onde a vida era leve e tranquila. E isto faz-me sonhar, sonhar e só pensar na perfeição. 
Mas como vocês disseram e muito bem as coisas não eram bem assim, a mulher não tinha direito a pensar, nem a estudar, a dar opinião, ter uma profissão. Apenas se dedicavam à família e só as meninas de "boas famílias" é que aprendiam a ler em casa naturalmente com as professoras particulares ou governantes.
A alta sociedade era feita de luxos e de aparências, gente que só se dedicava ao ócio e não fazia nada de útil.
Por outro lado o povo, os mais pobres trabalhavam de sol a sol, sendo muitas vezes pagos com alimentos, e aqui as mulheres nem o direito á educação tinham começavam logo a  trabalhar no campo desde de muito novas e o casamento era com alguém da mesma classe social, casamentos de um menino rico com uma menina pobre só acontecia mesmo nos livros. 
Na verdade a sociedade não era assim tão perfeita e havia muitas injustiças, falsidades como ainda acontece hoje em dia, acho que à coisas que não mudam os "ricos cada vezes são mais ricos e os pobres cada vez ficam mais pobres".


Adapatção de "Emma" de Jane Austen 



terça-feira, 6 de setembro de 2011

Mundo Jane Austen

Na sequência do tema deste mês do blog Jane Austen Portugal, que é a "educação e boas maneiras", eu fico a pensar e a imaginar como seria a minha vida nessa época, já sabia cozinhar, costurar, bordar, pintar e falar frânces, coisas que nunca tive interesse em aprender e que nem gosto muito de fazer.
 Como seria uma raparigada prendada já teria um jovem cavalheiro de boas famílias para se casar comigo, bastava uns simples contactos do meu pai para o casamento se realizar, o que era perfeito poupava-me uma série de trabalhos e chatices, e certamente não andava nesta onda de azar que se instalou.
Outra coisa boa era o facto de não precisava de procurar emprego, dedicava-me ao lar ou a alguma actividade realmente gostasse como tocar piano, pintar ou bordar.
Ocupava o tempo a visitar os amigos, os vizinhos, ia a bailes, a saraus e ia ao teatro frequentemente.
Agora pensem comigo era mesmo tudo tão simples, tão fácil, sem grandes problemas, só teria de me preocupar em agradar o meu marido e depois educar os meus filhos, acho que teria uma vida feliz e pacata.
Eu penso que me habituava bem a esta  vida calma, mas o que mais me agrada no mundo de Jane Austen é o romantismo que existia, os homens eram uns verdadeiros cavalheiros, uns príncipes e o amor quando surgia era eterno. 
Nesta época não havia desemprego, crise económica, política, políticos corruptos, Troika e relações falhadas.

sábado, 3 de setembro de 2011

Biólogo não...

Para quem quer compreender um biológo, quiser ou tiver a pensar em seguir esta profissão fica aqui este pequeno texto que encontrei  aqui "humor ciência", e achei muito engraçado:)


Biólogo não come, degusta.
Biólogo não cheira, olfata.
Biólogo não toca, tateia.
Biólogo não respira, quebra carboidratos.
Biólogo não tem depressão, tem disfunção no
hipotálamo.
Biólogo não admira a natureza, analisa o ecossistema.
Biólogo não elogia, descreve processos.
Biólogo não tem reflexos, tem mensagem
neurotransmitida involuntária.
Biólogo não facilita discussões, catalisa substratos.
Biólogo não transa, copula

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Tapa olhos!!

O que são na verdade os concursos públicos? e para que servem?
Ora bem já fui a duas entrevistas de avaliação de competências deste concursos e digo, que os concursos públicos são supostamente uma forma de escolher uma pessoa para um posto de trabalho através da avaliação curricular e provas de competências, ok, até aqui tudo bem.
O que acontece sempre é que quando chegamos à fase das entrevistas já sabem quem é o candidato que vai para o lugar ou melhor antes mesmo de abrir o concurso já sabem para quem é.
Isto é um tapa olhos, uma ilusão porque se afinal já escolheram a pessoa porque é que não a contratam logo e deixam-se destas tretas é que criam esperança numa pessoa para nada. Se deixassem destas coisas e destas cunhas poupavam tempo e dinheiro.
O que estou para aqui a dizer não é nada de novo mas apetece-me desabafar, hoje senti mesmo que estavam a despachar-me, que era mesmo uma obrigação do avaliador estar ali, enfim!!!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Viana do castelo

 Para terminar esta onda de férias e de passeios, fui ontem a Viana de castelo ao monte de santa luzia é mais um bonito local para passar uma dia tem uma vista espectacular sobre a cidade de Viana.
 Este nosso portugal tem sítios muito bonitos que devem ser apreciados, apesar de todos os problemas económicos e sociais que enfrentamos actualmente, salva-se a paisagens e os monumentos e as tradições e o passear ao domingo com a família e amigos é bem portuga.




Santa Luzia


Cidade de viana, vista do monte de santa Luzia